Mulher revela como viver em casa separada do marido salvou a relação

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 Reprodução/X

O que parece inconcebível para alguns é, para Marcela Hill, o motivo de manter o casamento tão firme: a americana e o marido decidiram morar em casas separadas, a cerca de 1,5 km de distância. Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, Marcela contou como a escolha fora do tradicional transformou a relação e os aproximou mais ainda.

Prática comum

Denominada como “morar juntos separados”, essa configuração tem se tornado cada vez mais comum entre os casais. De acordo com dados do Censo de 2021, cerca de 4 milhões de americanos adotam o método e vivem em casas diferentes de seus cônjuges. Ao contrário do que muita gente acredita, o motivo quase nunca está associado à crise, mas sim à manutenção do que já é saudável.

Veja o vídeo:

No caso de Marcela, a tentativa de fazer a coabitação funcionar era o que estava causando problemas entre ela e o marido. Depois da mudança, os dois passaram a se ver regulamente, aproveitar encontros e até a passar noites juntos. “Nosso casamento nunca esteve melhor”, declarou.

O relato da mulher rapidamente levantou um debate nas redes, com algumas pessoas descrevendo a situação como um “divórcio em etapas”. Em contrapartida, muitos usuários comentaram que, além de concordar com a atitude, também a colocam em prática em seus relacionamentos.

“Eu e meu namorado, com quem estou há 5 anos, estamos experimentando isso agora e, honestamente, ambos nos sentimos mais equilibrados. Trata-se de controlar o ambiente e manter a intimidade viva, demonstrando interesse um pelo outro de maneiras estimulantes”, contou uma internauta.

Faca de dois gumes

Para os que defendem a prática, os principais benefícios incluem fortalecimento da relação, maior aproveitamento de momentos de qualidades, redução das brigas sobre tarefas domésticas e responsabilidades e preservação da independência de cada um.

Em contrapartida, críticos ressaltaram que esse estilo de vida proporciona desvantagens como maior custo de manutenção de duas casas, além do desafio logístico para famílias com filhos.

Outros problemas citados foram a necessidade de um maior esforço para manter conexão emocional e o risco de que a distância física mascare questões mais profundas.

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