
O governo federal alertou que pode ficar sem espaço no Orçamento para pagar despesas básicas da máquina pública, como gastos com Saúde, Educação, manutenção de órgãos, contratos de serviços e funcionamento de universidades e hospitais.
A situação decorre do avanço das despesas obrigatórias, que crescem mais rapidamente do que o limite de gastos permitido pelas regras fiscais. Na prática, técnicos da equipe econômica afirmam que o governo poderá enfrentar um estrangulamento orçamentário a partir de 2027.
Segundo as projeções apresentadas pelo Ministério da Fazenda, o espaço para despesas discricionárias — aquelas que podem ser administradas pelo governo — tende a diminuir de forma acelerada.
São justamente essas despesas que financiam políticas públicas, investimentos, manutenção de prédios públicos, compra de equipamentos, bolsas de pesquisa, programas educacionais e parte importante da estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS).



