
Mikel Arteta decidiu entrar em cena para tentar convencer Vinícius Júnior a jogar no Arsenal. De acordo com o jornal espanhol As, o técnico entrou em contato para reforçar a importância que a chegada do brasileiro teria para o clube inglês.
A ideia do treinador é convencer o atacante de que o projeto do Arsenal girará em torno dele. Na opinião de Arteta, esse pode ser um trunfo para a equipe de Londres, já que o camisa 7 divide seu protagonismo no Real Madrid com outros nomes, como Mbappé.
Além disso, o técnico também quis deixar claro que o grande objetivo do Arsenal é se manter entre os principais times da Europa e buscar o título da Champions League. No ano passado, os Gunners foram finalistas e bateram na trave pela conquista inédita.
Futuro indefinido no Real Madrid
Vinícius Junior volta aos trabalhos no Real Madrid nesta segunda-feira. A novela sobre a renovação do brasileiro se arrasta há quase dois anos, mas em momento algum jogador e clube se aproximaram de um consenso. A medida que o contrato até meados de 2027 se aproxima do fim, o impasse fica maior.
O principal ponto de desavença nas conversas está no bônus pela assinatura do contrato – as famosas luvas como o gatilho é conhecido no futebol brasileiro. O valor em salário é o menor dos problemas.

Vini já recebe muito próximo do teto estabelecido por Florentino Pérez. Atualmente, com as bonificações por metas individuais, como a conquista do The Best da FIFA, o valor anual é de cerca de 18.5 milhões de euros, perto dos 20 milhões de euros estabelecido como máximo pelo clube e este pequeno reajusta não é empecilho.
A negociação, por sua vez, engloba o valor total do contrato de cinco anos, e é aí que Real e Vinícius divergem. Há cerca de três semanas, após a eliminação do Brasil para a Noruega na Copa do Mundo, o clube espanhol fez uma nova proposta que ainda está abaixo dos valores pedidos pelo atacante no decorrer da temporada passada.
O Real entende que as luvas para um jogador que já faz parte do elenco devem ser menores do que aqueles que chegam livres do mercado – caso de Kylian Mbappé, por exemplo. Já Vini e seu staff usam do argumento de que o valor pedido já é consideravelmente abaixo do que o clube pagaria caso vá buscar uma reposição no mercado.



