
O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) se pronunciou nesta quinta-feira (18) a respeito da nova operação Compliance Zero, que ordenou busca e apreensão contra o senador, líder do governo Lula (PT), Jaques Wagner (PT-BA).
Segundo o parlamentar gaúcho, a investigação da maior fraude bilionária contra o sistema financeiro brasileiro chega ao esquema “onde tudo começou”.
Hattem também cita a aliança de Jaques Wagner e um dos investigados no esquema, o empresário Augusto Lima.
“Tentamos inclusive trazê-lo na CPMI do INSS, fizemos de tudo. Sabemos que o governo tentou blindar até o final, mas agora, graças ao trabalho do ministro do STF, André Mendonça, corajoso trabalho, nós estamos chegando aos responsáveis pela roubalheira dos aposentados e também do Banco Master”, disse o deputado em uma publicação nas redes sociais.
A investigação da Polícia Federal (PF) mira também uma modalidade de crédito predatório criada pelo PT da Bahia como mecanismo voraz de endividar servidores e idosos e enriquecer banqueiros. Está no centro da investigação que colocou o senador Jaques Wagner (PT-BA) na mira das investigações.
O Credcesta nasceu sob a gestão do governo Lula e, segundo a PF, os fatos investigados pela operação desta quinta-feira (18) podem caracterizar, em tese, os crimes de corrupção passiva, de corrupção ativa e de lavagem de dinheiro.
“Junto com Augusto Lima, criaram todo esse mecanismo que depois foi implementado no Banco Master”, disse Van Hattem.
Além de busca e apreensão, também estão sendo cumpridas medidas cautelares diversas da prisão, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte. São investigados os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.



