O tal “Plano de Transformação Ecológica” anunciado por Fernando Haddad (Fazenda) na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28), na verdade trata-se apenas de mais uma ideia do ministro “Malddad” para criar impostos e novos gastos públicos. Quase todo o financiamento, por exemplo, depende da emissão de títulos públicos (dívida a ser paga no futuro pelo Tesouro), de fundos públicos, e da criação do “imposto do pecado” na reforma tributária.
Dívida contraída
A única parte do plano cumprida desde o anúncio foi a emissão de R$20 bilhões em títulos, que na verdade são dívida a ser paga no futuro.
Ainda sem futuro
A ideia de Haddad é captar investidores internacionais para iniciativas, mas o Ministério da Fazenda admite que ainda não tem investidores.
Depende dos outros
Nada existe de concreto, mas a Fazenda estima o custo anual do plano de Haddad entre US$130 (R$747) bilhões e US$160 (R$920) bilhões.
Interesse claro
A primeira autoridade a apoiar o plano de Haddad foi Marina Silva (Meio Ambiente), que aproveitou encontro de prefeitos para fazer lobby. (Da coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder)