
A “neutralidade” do Republicanos na disputa pelo Planalto passou pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, filiado ao partido. O paraibano foi convencido por Lula (PT) a arrancar essa posição acenando com a “cenoura” de apoio a seu pai para o Senado. Quis dar um “tiro de inquietação nos inimigos” Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, filiado ao Republicanos. Lula recolheu a “cenoura” e não apoiará o pai de Motta. Mas conseguiu o que queria. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
O papel de Hugo Motta na “rasteira” a Flávio Bolsonaro, como deputados do PL definem a jogada, foi confirmada por políticos do Republicanos.
Acusado pela oposição de submissão a Lula, Motta é também ligado ao presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP).
Pereira tirou Motta do baixo clero para substituí-lo quando percebeu que não teria apoio de Lula a sua eleição para suceder a Arthur Lira (PP-AL).



