
A pressão da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, pela retirada do Discord do ar levou o governo federal a avançar contra a plataforma. Na última sexta-feira (7), a Advocacia-Geral da União (AGU) cobrou da empresa medidas para reforçar a proteção de crianças e adolescentes e indicou que poderá recorrer à Justiça para suspender o serviço no Brasil.
A ofensiva ocorre após a morte de uma adolescente de 13 anos, que, segundo as investigações citadas pelo governo, teria sido induzida à automutilação durante uma transmissão ao vivo no Discord.



