
Relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal desmonta a lorota da equipe econômica de Lula que terceiriza para “fatores externos” a culpa pelo fraco desempenho da economia no Brasil. O documento é claro: “o governo central produziu um déficit primário efetivo”. O relatório cita programas sociais, como Bolsa Família, variação do preço do barril do petróleo e até as emendas parlamentares em ano eleitoral, mas conclui que a gastança da gestão Lula é o mais nocivo.
Meta fiscal
Não fossem manobras que aliviam artificialmente o caixa e retiram despesas e receitas do cálculo, o déficit, diz a IFI, seria de R$52 bilhões.
Gasta sem piedade
A receita cresceu (6%), mas a gastança foi maior (6,3%). Entre janeiro e julho de 2025, o déficit foi de R$70,3 bilhões. Este ano, R$81,2 bilhões.
Não é emenda
O relatório mostra que as despesas discricionárias explodiram e não foram só as emendas, em R$31,9 bi. Outras despesas somam R$83,5 bi. (Da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder)



