Flávio diz que pedirá a Trump que não taxe produtos brasileiros

Facebook
WhatsApp
Email
Pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL) | Foto: Andressa Anholete / Agência Senado

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (2) que enviará uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitando que não sejam aplicadas novas tarifas sobre o Brasil.

“De qualquer forma, eu vou enviar uma carta ao governo americano pedindo que ele não aplique tarifas às empresas brasileiras”, declarou o senador nas redes sociais.

Apesar do pedido, Flávio afirmou que cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conduzir as negociações diplomáticas para evitar a medida.

“É obrigação do Lula ir lá e resolver essa questão”, disse.

A manifestação ocorre após o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) recomendar a imposição de tarifas de 25% sobre as importações. A proposta integra uma investigação conduzida com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, instrumento utilizado para apurar práticas injustas por parceiros comerciais.

Segundo Flávio Bolsonaro, o tema foi tratado durante encontro com Trump na semana passada. O senador afirmou ter pedido diretamente ao presidente norte-americano que não ampliasse a carga tributária sobre empresas brasileiras.

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (2) que enviará uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitando que não sejam aplicadas novas tarifas sobre o Brasil.

“De qualquer forma, eu vou enviar uma carta ao governo americano pedindo que ele não aplique tarifas às empresas brasileiras”, declarou o senador nas redes sociais.

Apesar do pedido, Flávio afirmou que cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conduzir as negociações diplomáticas para evitar a medida.

“É obrigação do Lula ir lá e resolver essa questão”, disse.

A manifestação ocorre após o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) recomendar a imposição de tarifas de 25% sobre as importações. A proposta integra uma investigação conduzida com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, instrumento utilizado para apurar práticas injustas por parceiros comerciais.

Segundo Flávio Bolsonaro, o tema foi tratado durante encontro com Trump na semana passada. O senador afirmou ter pedido diretamente ao presidente norte-americano que não ampliasse a carga tributária sobre empresas brasileiras.

Ver essa foto no Instagram

https://www.instagram.com/reel/DZF_HODpq-U/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading

O documento divulgado pela USTR propõe tarifas com exceções para mercadorias sujeitas às tarifas de segurança nacional. Entre os itens que podem ficar fora das medidas estão carne bovina, café, determinadas frutas, especiarias, petróleo e minérios metálicos.

Segundo o órgão, a proposta está relacionada a políticas sobre comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.

Em nota, o governo brasileiro manifestou “indignação” com a recomendação da USTR e associou a investigação à atuação da família Bolsonaro nos Estados Unidos.

“Essa investigação teve início em 15 de julho de 2025 por provocação da família Bolsonaro e está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. Essas investidas têm contado com o auxílio de falsos patriotas que usam cargos e funções públicas para conspirar contra os interesses nacionais”, afirmou o governo federal.

O Planalto sustenta que as medidas possuem motivação política e podem causar prejuízos à economia, ao emprego e à renda. Ainda assim, o governo espera que a recomendação não seja convertida e informou que adotará medidas para minimizar eventuais impactos.

Antes de qualquer decisão, o governo norte-americano realizará uma audiência prevista para 6 de julho. A definição sobre medidas corretivas deverá ocorrer até 15 de julho.

Leia também