
Nunca antes na história recente deste País o governo antecipou o Bolsa Família no mês de outubro, muito menos às vésperas do segundo turno, até para não virar réu por crime eleitoral e por tentativa de compra de votos. Adiantamento de valores do programa são sempre restritos a dezembro, em razão do Natal, e em áreas específicas atingidas por desastres naturais, como nas enchentes do Rio Grande do Sul, em 2024, ou pode caracterizar outro crime: abuso de poder político e econômico.
El Embustero
Chega a ser risível o pretexto usado pelo governo Lula (PT) para molhar a mão do eleitor em véspera e eleição: “efeitos do El Niño”.
Fenômeno natural
Há dois anos também foram liberados legalmente valores do Bolsa Família, em razão de seca inclemente em Estados do Norte.
Lista é enorme
Também seriam caracterizados como crimes eleitorais os anúncios de Lula de distribuição de pix, perdão de dívida, renúncias fiscais etc.
O inimputável
Alegando “paridade de armas”, Gilmar Mendes proibiu Jair Bolsonaro de aumentar o Bolsa Família antes da eleição. E liberou para Lula em 2026. (Da coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder)



